domingo, 8 de maio de 2011

Revisão para a prova de Bioquímica

II Prova de Bioquímica.

Enzimas: Reação enzimática
Enzimas: mecanismo de ação
Enzimas: inibidores enzimáticos
Introdução ao metabolismo

Enzimas:
São catalizadores, aumentam a velocidade das reações que ocorrem no nosso organismo. Cada enzima tem um tempo diferente, e esse tempo varia de acordo com a quantidade de substrato de cada reação.
Contém as mesmas características de uma proteína (estruturas primárias, secundárias, terceárias). Para permitir que as reações aconteçam transformam o substrato em produto para então ser sintetizado pelas células. Isso ocorre através das nossas vias metabólicas e é diminuindo a energia de ativação que as enzimas fazem com que a velocidade das reações seja mais rápida. Essa energia é a necessária para começar a ter velocidade na reação. Contribuindo através da variação do número x de energias livres. A variação de energia é quem vai dizer quanto o reagente precisa de energia para transformar-se em produto. Essa mudança pode ser tanto pra + quanto pra - e isso vai depender do tipo de reação. (ñ catalizadas);
As enzimas diminuem essa energia de ativação necessária para transformar o reagente em produto.
Alta energia de ativação -> rápida velocidade da reação
Baixa energia de ativação -> lenta velocidade da reação
Porém, como proteínas tem um tempo e um Ph adequado para fazer sua ação adequadamente.
Em indivíduos eutróficos a temperatura corporal tem normalidade na faixa dos 36° e Ph 7,3 (células), o que permite um tamponamento adequado, perto da neutralidade).
Quando o nosso organismo sai dessa normalidade as enzimas demoram um pouco mais para atuar, tanto sendo temperatura elevada quanto quedas de temperaturas
Para que ocorram bem as reações enzimáticas são necessárias substâncias que compõe o meio e influenciam muito na velocidade destas. Adenosinatrifosfato que contém 3 ligações de fosfsto e são colocadas numa espécie de 'pacotinho' de ATP, que se encaminha para o lado de uma reação e só então torna-se apta a doar essa energia. Existem enzimas que se encaixam num devido substrato e enzimas que vão se encaixar em vários tipos de substratos, mudando a sua conformação.

Conceituação de Alimentos Funcionais e sua Ação Funcional







Segundo definiu a ADA (Associação de Dietética Americana) em 1995: ''alimento funcional é qualquer alimento modificado ou ingrediente alimentar que pode fornecer benefícios à saúde, além dos nutrientes que normalmente contém''. E, posteriormente, em 1999: ''alimentos funcionais são alimentos (in natura, fortificados ou enriquecidos) potencialmente benéficos para a saúde quando consumidos regularmente, como parte de uma dieta variada, e em níveis efetivos'' (2).
Já o Consenso Europeu atualmente define: ''um alimento pode ser considerado como funcional se os benefícios sobre uma ou mais funções orgânicas forem safisfatoriamente demonstradas, além de seus valores nutricionais, e de um modo relevante, tanto para a promoção da saúde e bem-estar quanto para a redução de riscos de doenças. Os alimentos funcionais devem permanecer como alimentos, e seus efeitos devem ser demonstrados em quantidades que possam ser normalmente ingeridos em uma dieta; não são pílulas ou cápsulas, mas componentes de um padrão alimentar'' (3). Nos parece que o Consenso Europeu é mais abrangente e melhor direcionado que as definições apregoadas pela ADA. De qualquer forma, vale uma análise do que já foi publicado pela comunidade científica.

Diversos nutrientes e compostos bioativos têm despertado interesse de estudiosos, do público e da mídia. Dentre eles, inicialmente citamos o óxido nítrico, um anticoagulante produzido pelo aminoácido L-arginina no endotélio, que tem poder de proteção cardiovascular e de prevenção do Mal de Alzheimer, influenciado pelo mecanismo vasodilatador do ácido ascórbico e de polifenóis do ginseng e do chá preto (4). Foi demonstrada a ação na prevenção de doenças coronarianas e de tumores de próstata do licopeno, um pigmento que confere a cor avermelhada a frutas e vegetais como tomate, goiaba e melancia. Este pigmento é mais bem absorvido quando cozido, pois o calor rompe as paredes das células e libera licopeno de uma matriz de proteínas e fibras, sendo portanto, mais favorável o consumo de molho de tomates do que de tomates frescos para se obter a metabolização de licopeno.
Com maior amplidão temos os estudos que enfocam os compostos fenólicos presentes nas uvas e vinhos como fatores de proteção cardiovascular, com efeito antiinflamatório e ação anticancerígena. Já se conhece que os alimentos possuem milhares de carcinogênicos e anticarcinogênicos. Além das uvas, tomates e melancia é conhecida a ação da soja como fator anticâncer. A soja possui também fitoestrógenos que abrandam os sintomas da menopausa e auxiliam na redução do LDL-colesterol sérico. Outras substâncias e nutrientes que compõem a soja atuam na redução da glicemia pós-prandial, melhoram o trânsito intestinal, têm ação antioxidante e reforçam a imunidade celular (5). Outras pesquisas não conclusivas apontam para a relação entre carências subclínicas de microelementos como zinco, cobre e selênio com o aumento do risco de doença cardiovascular e com rebaixamento da imunidade. Ainda parece haver evidências de que distúrbios no metabolismo do cálcio e do ferro podem ter papel relevante no desenvolvimento da aterosclerose e na indução a peroxidação da membrana das células do endotélio, favorecendo a formação da lesão aterosclerótica.
Em relação aos aminoácidos, destacam-se os estudos sobre glutamina, um aminoácido não essencial, principal combustível oxidativo das células epiteliais, que desempenha importante papel da estrutura e das funções intestinais. Tem também efeitos benéficos na manutenção das funções do sistema imunológico e reduz a degradação protéica em pacientes em estado catabólico intenso.
Além do papel reconhecidamente comprovado da alimentação na manutenção da saúde, aponta-se um caminho para a obtenção e manutenção de hábitos alimentares mais saudáveis, incluindo os alimentos in natura ou processados, mas que originalemente contém componentes com ação funcional, como os pre e probióticos, já amplamente divulgados na mídia e prescritos por nutricionistas nos mais diversos diagnósticos nutricionais e situações clínicas.

Discussão da revista perante o tema ''Alimentos Funcionais''

A nosso ver, não há mais retorno, os funcionais farão parte da prática de nutricionistas clínicos, de responsáveis por alimentação coletiva em todas as faixas etárias e de renda, daqueles que acompanham atletas e praticantes de atividade física, dos que atua em diferentes áreas da saúde coletiva e também do nutricionista que desenvolve seu trabalho na indústria de alimentos. O nutricionista deve procurar o seu lugar neste universo. Como intérprete da ciência da nutrição e dos alimentos, o profissional deve estar preparado para coordenar estudos e viabilizar a aplicabilidade destes nos mais diversos grupos populacionais, elaborar programas de saúde coletiva e saúde pública que apliquem a ciência dos alimentos funcionais, elaborar consensos em nutrição clínica para as diversas enfermidades onde a ciência dos alimentos funcionais possa ser aplicada, criar guias alimentares que contemplem o consumo de alimentos funcionais e liderar equipes multiprofissionais.
Desta forma, é necessário que a ciência dos alimentos funcionais faça parte dos currículos dos cursos de graduação e pós-graduação de nutrição, de forma a ampliar o conhecimento do profissional que deve estar preparado para a prescrição de planos alimentares que possam incluir alimentos funcionais, assim como ampliar a pesquisa sobre a ação funcional de substâncias, ingredientes e alimentos.
No momento as evidências apontam para a atividade funcional nas doenças não transmissíveis, principalmente neoplasias, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, diabete, artrite, reumatóide e osteoporose no que tange ao sistema imunológico. Contudo, a perspectiva é que com a ampliação do conhecimento aos alimentos possam ser indicados para situações agudas, como já vem ocorrendo com o uso de suplementos e fórmulas dietéticas em pacientes graves, como no estresse metabólicos e nos traumas.
O mercado crescente vai exigir profissionais habilitados também para o desenvolvimento de produtos alimentícios que incluam ação funcional de forma a expandir a ação na promoção da saúde e na prevenção de doenças. Mas vale uma ressalva quanto à legislação de produção, marketing e comercialização dos produtos alimentícios com atividade funcional. É necessário que a sociedade se conscientize de que assim como os demais componentes da dieta humana, as substâncias e nutrientes com atividade funcional devem ser exaustivamente estudados para serem então recomendados como elementos de promoção de saúde e da prevenção e cura de enfermidades. A legislação deve contemplar a formulação, a industrialização, a rotulagem, e a comercialização destes produtos, além do direcionamento da propaganda e do marketing que devem ser baseados na ética e na proteção ao ser humano.



Fonte: Revista Nutrição Profissional - Celeste Elvira Viggiano

POEMA DO NUTRICIONISTA

Nutricionista não se apaixona...
alimenta sentimentos.

Nutricionista não faz exercício...
queima calorias.

Nutricionista não bebe...
lesa as células hepáticas.

Nutricionista não come doce...
ingere CHO de alto índice glicêmico.

Nutricionista não lava louça...
higieniza utensílios.

Nutricionista não faz comida...
ensina a comer.

Nutricionista não come kani...
ingere peixe sabor sirí.

Nutricionista não tem dor de estômago...
tem desconforto gástrico.

Nutricionista não toma remédio...
utiliza farmacos.

Nutricionista não tem desejos absurdos na gravidez...
tem picamalácia.

Nutricionista não tem IMC normal...
é eutrófica.

Nutricionista não é universitária...
é profissional em treinamento!!



Fonte: Centro Clínico PUC-RS

A Evolução da História Alimentar

A alimentação é considerada como processo primordial pelo qual os organismos obtêm e assimilam alimentos ou nutrientes para suas funções vitais, incluindo o crescimento, movimento e reprodução. Se alimentar é um hábito rotineiro executado desde os tempos primitivos, e os aspectos de uma alimentação variam de acordo com cada época, condições geográficas e a cultura de cada continente.

Hoje já é possível traçar uma linha do tempo para analisar com especificidade os aspectos da evolução histórica alimentar. Através de estudos elaborados conclui-se então que a gastronomia, recursos de cada espaço, hábitos e padrões alimentares foram os aspectos de maior relevância para obtermos toda a complexidade e variabilidade da nossa culinária atual.

Além disso, a mescla das culturas, advindas de fatos históricos importantes, como invasão de territórios, grandes navegações, busca de novos orientes, entre outros, contribuiu com a descoberta de novos alimentos e especiarias. Desde a pré-história, até hoje, o poder econômico e o monopólio do comércio passaram por vários povos e nessas conquistas e descobertas houve um vasto intercâmbio de culturas, hábitos, culinária e conhecimentos.

Contudo, essa distribuição de especiarias, culturas e conhecimentos se deu de forma ampla entre os países desenvolvidos, deixando os continentes subdesenvolvidos e em desenvolvimento com escassez de alimentos e a indisposição de recursos educativos, ambientais e financeiros.

Desse modo, é possível verificar a grande variação dos padrões de consumo em diferentes partes do mundo. Enquanto os países subdesenvolvidos lutam contra a fome e a subnutrição, os países de primeiro mundo, industrializados e urbanizados convivem com o sedentarismo e a grande taxa de ingestão de alimentos com mais quantidade energética do que a necessária para as realizações das tarefas do dia a dia. O trabalho corrido, a cultura globalizada e o cotidiano tecnológico facilitam o consumo de alimentos prontos e de alta densidade energética, elementando os problemas de saúde como obesidade, diabetes, hipertensão e em muitos indivíduos até alguns tipos de câncer.

Portanto, com a elaboração desta resenha pude organizar em minha mente, com clarividência, as conseqüências de descobertas, culturas, hábitos e fatos históricos que propuseram a ampla diversidade da gastronomia obtida hoje. Para chegarmos nas condições atuais de desfrutar de todos os tipos de especiarias, muitos povos navegaram, estudaram, viajaram e lutaram pelos seus direitos vitais. Hoje em dia tudo se tem com fácil acesso, e mais cômodo ainda é simplesmente ler, estudar e compreender toda essa maravilha complexa de conquistas adquiridas por cidadãos, assim como eu, que além da busca por novos alimentos, tinham como objetivo trazer o prazer da degustação, e em conseqüência disso o melhor da gastronomia para seus povos, e futuramente para o mundo.

Apresentação do blog e Bolo ensopado de coco pro dia das mães!

Oooi, hoje é um dia mais que especial, 'Dia das Mães'. Parabéns à todas essas mulheres, que são guerreiras! E é com enorme satisfação que eu venho apresentar meu novo blog, pessoal! Nele eu postarei as mais interessantes notícias, tanto as atuais como as antiquadas, e sempre direcionando o tema à saúde física e mental. Sejam esses, compartilhados nas áreas estéticas, clínicas, esportivas ou plásticas (visando a dança e arte em si e as culturas de cada). É um blog de temas amplamente variados e que na minha opinião tem muita frequência e valores na vida de indivíduos que almejam uma vida mais sadia, tranquila e em busca de longeividade. ''Quando a gente dança a alma clareia e o corpo se remete ao universo do movimento''.

Abaixo segue uma receita de um bolo de coco maravilhoso que eu fiz aqui em casa pra minha mãe, é bem fácil e fica uma delícia. Bolo bem molhadinho!

Bolo ensopado de coco

Ingredientes:
-3 ovos

-1 vidro de leite de coco (200ml)
-1 e 1/2 xícara de açúcar
-1/2 xícara (chá) de farinha de trigo

-1 colher (sopa) de fermento em pó químico
-Margarina e farinha de trigo para untar
-50g de coco ralado para polvilhar


Calda:

-1 lara de leite condensado
-1 vidro de leite de coco (200ml)
-2 colheres (sopa) de licor de sua preferência (opcional).